Depoimento – José Carlos da Cunha

 

Em 2016, o curso de Engenharia da Computação completa 17 anos. Convidamos um professor para falar sobre sua carreira e sua história como Engenheiro da Computação.

“Eu sou professor aqui da Universidade Positivo desde 2001. Eu vim pra cá através de um convite de um ex-funcionário meu, que na época era professor também do grupo, na verdade ele era aluno da Faculdades Positivo e acabou conhecendo o coordenador da época que era o professor Ferlin, este me convidou para fazer um teste, isso em 2001.. em 2000, no final do ano em outubro, mais ou menos, eu vim aqui fazer um teste e fui convidado a ser professor aqui. Comecei a dar aula aqui em 1º de fevereiro de 2001, ou seja, agora em 1º de fevereiro de 2016 fiz 15 anos de casa.
Eu eu sou formado na primeira turma de Computação do Paraná, na turma da PUC de 1987, me formei em 92 em Computação e conclui o mestrado em 96. Já emendei quando acabei a graduação e o mestrado já me deu aquela ânsia de ir pra área acadêmica. Eu só fui entrar pra área acadêmica em 2001. Teve um período que eu trabalhei intensamente na área de Engenharia, trabalhei como técnico de Eletrônica que também sou formado, entre 85 e 92, e de 93 a 2004 como Engenheiro Clínico, responsável pela parte de gerenciamento de tecnologia no Hospital de Clínicas da Federal do Paraná.
De lá pra cá eu vim aqui (Universidade Positivo), formei a primeira turma, foi lá em 2003, a turma do Perretto, do Borek (do Borek não já foi a segunda, né), da Lilian, do Fernando, de um pessoal lá, não lembro mais o nome exatamente de todos .. o Tiago, alunos que fizeram história aqui dentro, foram a primeira turma de Computação formada aqui. Peguei a primeira turma da noite também, que foi na sequencia e terminou um ano depois.

 

Quando eu vim pra cá, a minha ideia era continuar fazendo o que eu sabia fazer, que é instrumentação eletrônica, que foi uma coisa que eu trabalhei por muitos anos na área de tecnologia em saúde, particularmente instrumentação biomédica, que é uma área de eletrônica envolvida na parte de medicina. Por isso que eu consegui trazer parte da minha experiência profissional pra cá e aqui eu adquiri muitos outros conhecimentos, outras competências, baseado em estudos, em pesquisas, até para montar um disciplina, que foi a que eu montei. Em 2003/02, eu lancei a optativa de instrumentação biomédica, que na época era optativa, depois acabou uma optativa quase que obrigatória em todas as séries, acho que todos os alunos fizeram a optativa de biomédica até hoje.

 

A gente tem muito o que fazer aqui dentro, eu gosto de trabalhar aqui, eu acho que os alunos aqui tem um diferencial, os alunos que se destacam são bons, realmente, os que não são tão bons conseguem melhorar de forma significativa a sua percepção do mundo de tecnologia e eu acho que a gente consegue fazer um bom trabalho.

 

Nossa universidade é séria, tem um curso que é sério, acho que ninguém questiona isso mais, antigamente existia esse.. diria não necessariamente um preconceito, que a universidade privada não era séria, aqui a gente mostrou que isso é sério tanto que a gente hoje é uma das referências nacional em Computação. Eu pude participar este ano de forma muito ativa, sou membro do ENADE agora, fui membro até do final desse ano da comissão que faz a avaliação de Computação no Brasil e pude perceber que realmente nós somos o diferencial, nosso curso tem qualidades que devem ser mostradas pra todo mundo”.

Depoimento – José Carlos da Cunha

Doutorando e Mestre em Engenharia Elétrica e Informática Industrial (área de concentração: Engenharia Biomédica) pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2012) e graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Positivo (2010). Atualmente professor do curso de Engenharia da Computação da Universidade Positivo. Atua principalmente nas áreas de Engenharia de Reabilitação, Informática Educacional, Arquitetura de Computadores e Sistemas Embarcados.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *