Sensores ultra-sensíveis podem detectar câncer e doenças neurodegenerativas

Desenvolvido pela  National Nanotechnology Laboratory (LNNano) em solo brasileiro, o biosensor é capaz de detectar o câncer em seus estágio iniciais, além de algumas outras doenças neurodegenerativas. O sensor detecta certas enzimas produzidas por estas doenças, operando de forma análoga à um transistor orgânico, presente em meio líquido e separado do meio por um vidro .

Este transistor reage a certos peptídeos, principalmente a glutationa, componente presente no câncer e certas doenças neurodegenerativas. O  sensor possuí sensibilidade suficiente para detectar uma quantidade mínima destes componentes, apresentando grande precisão.

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Atualmente o time está trabalhando com diversos oncologistas ao redor do mundo, buscando iniciar os testes clínicos deste equipamento em larga escala. O objetivo para os cientistas e médicos é facilitar  a detecção das doenças, possibilitando que estas sejam descobertas mais precocemente e com métodos menos invasivos. Outra possibilidade seria no monitoramento de seus tratamentos, avaliando sua efetividade.

A nanotecnologia avança a passos largos, realizando grandes descobertas e permitindo diversas possibilidades a cada momento. è notável que sua maior aplicabilidade é dada sobre a biomedicina, permitindo que tanto os exames quanto os tratamentos sejam mais efetivos, precoces e direcionados.

 

Para maiores informações acesse: Interesting Engineering

Sensores ultra-sensíveis podem detectar câncer e doenças neurodegenerativas

Aluno do 2º ano de Engenharia da Computação e estagiário no Núcleo de Computação Embarcada da Universidade Positivo (NCE).

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