Placas eletrostáticas podem reduzir o peso de exoesqueletos

Os exoesqueletos robóticos em suma são bem legais, seja para aprimorar as capacidades físicas do usuário ou devolver os movimentos perdidos do mesmo. Entretanto uma das causas de sua não popularização, além da limitação sensorial e energética, é o fator peso. Mesmo podendo ampliar a capacidade de carga das pessoas que o utilizarem, o peso dos exoesqueletos em geral, é bem grande, parte deste se deve aos grandes atuadores responsáveis por movimentar a estrutura.

Buscando reduzir este peso excessivo, pesquisadores da Carnegie Mellon University desenvolveram placas eletrostáticas que podem ser acopladas à estes equipamentos. Estas placas, que mais parecem folhas, operam utilizando adesão eletrostática entre as mesmas, controlando assim o movimento elástico proveniente de componentes elásticos e de fibra de carbono. Cada par destas folhas  pesam em média 1,5 gramas, 30 vezes menos que os atuadores comuns.

Estes novos atuadores apresentam uma densidade de torque três vezes maior ao passo que consomem 750 vezes menos energia. Além de possibilitar o uso da nova tecnologia em outras áreas, sua aplicação pode permitir a ampliação e desenvolvimento de novos exoesqueletos  no mercado.

 

Para maiores informações acesse: Engadget

 

Placas eletrostáticas podem reduzir o peso de exoesqueletos

Aluno do 2º ano de Engenharia da Computação e estagiário no Núcleo de Computação Embarcada da Universidade Positivo (NCE).

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